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Parada Cardio-Respiratória e Morte Súbita Cardíaca Atividade Elétrica sem Pulso |
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Caracterizada pela ausência de pulso detectável na presença de algum tipo de atividade elétrica, excluindo-se a Fibrilação Ventricular e a Taquicardia Ventricular. A Atividade elétrica sem pulso incorpora a definição de entidades de características heterogêneas, incluindo: Dissociação Eletromecânica; Pseudo-Dissociação Eletromecânica; Ritmo Ideo-Ventricular; Escape Ventricular; Ritmos Bradiassistólicos; e Ritmo Ideo-Ventricular Pós Desfibrilação. Nenhum desses termos deve ser mais usado, ficando o termo AESP como definição única. O ECG caracteriza-se pela presença de complexos QRS largos e bizarros, que não produzem resposta de contração miocárdica eficiente e detectável.
Abordagem SAVC específica
Ao seguir a abordagem básica chegaremos no D com a seguinte ação: Ritmo não Chocável. Segue-se a imediata ação avançada. A - Avançado: Via Aérea Coloque um dispositivo de via aérea assim que possível. A Hipoventilação e a Hipoxemia são causas freqüentes de AESP B - Avançado: Boa Respiração Comprove a via aérea. Forneça O2 a 100% a 10l/min no dispositivo bolsa/máscara. C - Avançado: Circulação Administrar volume. A hipovolemia é causa comum de atividade elétrica sem PA mensurável. O Ritmo com QRS estreito é o mais comum na hipovolemia grave. No caso dessa suspeita infundir 500ml rápido (o mais rápido possível). É aceitável o bolo de salina mesmo empiricamente, sem uma evidência específica de hipovolemia no tratamento da AESP. D - Avançado: Diagnóstico diferencial Usar a Regra dos 5Ts e 5Hs. Identifique as causas reversíveis e trate-as. A necessidade de buscar uma causa reversível é de primordial importância, tendo em vista o prognóstico da AESP.
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Publicado em 12/11/2004 Última revisão 10/05/2009 |