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Parada Cardio-Respiratória e Morte Súbita Cardíaca Algoritmo do Suporte Avançado de Vida Cardiológico |
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Manter Compressões Torácicas! Terminada a colocação do TT , as compressões se reiniciam, só devendo ser interrompidas para novo choque. Manter 100 compressões por minuto sem pausas relacionadas com a ventilação.
Garantir um acesso venoso. Esse movimento já deve ser providenciado enquanto está sendo realizada a colocação do TT, sendo o melhor momento para isso. Assim que se obtém um acesso venoso deve ser iniciada a infusão de solução salina rápida. Após a infusão de qualquer droga pelo acesso venoso, um fluxo de solução salina deve ser infundido passado e o membro elevado para que se garanta que a droga atinja a circulação.
Garantir uma monitorização definitiva Após o primeiros choque, não há como manter as pás indefinidamente em contato com o tórax, já que outros procedimentos precisam ser efetuados. Enquanto é providenciada a colocação do TT o encarregado do desfibrilador providenciara a colocação de eletrodos e dos cabos de monitorização definitivos simultaneamente.
Utilizar drogas que garantam a circulação. Adrenalina - É a primeira droga a ser utilizada. Deve ser utilizada na dose de 1 mg por dose, sendo repetida pelo menos a cada 3 minutos. Anti-arritmicos - A Lidocaina e a Amiodarona podem ser usadas para prevenir o ritmo fibrilatório. Devem ser iniciadas após o 2º choque ineficaz. Atropina - utilizada nos protocolos de bradicardia / linha reta. Não é útil durante a FV.
DROGA => CHOQUE => nova Droga Cada droga após infundida terá 1 minuto para que seu efeito seja estabelecido. Após 1 minuto da infusão de cada droga novo choque deve ser realizado até que se obtenha ritmo sinusal ou ocorra ritmo não chocável.
Ritmos não chocáveis A assistolia, a bradicardia extrema e os ritmos sem pulso não possuem indicação de choque. Nesses casos devem ser estabelecidos diagnósticos diferenciais (ação D) das causas desses ritmos que possam ser corrigidas.
O monitor apresenta linha reta - o que fazer? A linha reta ao monitor pode representar a assistolia total. No entanto afirmar equivocadamente que o paciente encontra-se em assistolia terá conseqüências irreversíveis. Assim toda vez que encontrarmos no monitor a "linha reta" devemos seguir o seguinte protocolo para firmar o diagnóstico correto de assistolia: 1) verificar os cabos de conexão com o monitor - estão corretamente ligados? 2) Aumentar o ganho da derivação ao máximo, para termos certeza de que não há qualquer despolarização. 3) mudar as derivações se estivermos com cabos de monitor / inverter as pás do cardioversor se estivermos com derivação de pás.
Se após esses procedimentos de fato não houver sinal de despolarização real, estamos diante de uma assistolia e seu protocolo de tratamento deve ser direcionado para este fim. |
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Manuais de Cardiologia Temas comuns da Cardiologia para médicos de todas as especialidades Livro virtual - Dr. Reinaldo Mano |
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Publicado em 12/11/2004 Última revisão 10/05/2009 |